Pois muito bem, eu, como qualquer ser humano, também falo
coisas impensadas, ou quem sabe só na “hora errada”(?), tampouco sei se existem
“horas certas”, porque a gente sempre se pega falando na outra situação, daí
concluo que nem posso dizer qual seria exatamente a errada ou a certa. Agarra-se
as oportunidades. Diz-se o que se quer, porque talvez devesse mesmo sair e
pronto! Não se pode cultivar eternamente os arrependimentos. Afinal, são tantos...
De que mais me arrependo? De falar coisas na lata, sem
trato, sem o devido cuidado. Eu e minha língua ácida e indomada. Mas eu
acredito que temos uma fidelidade a nossa essência-mor, por isso muita coisa
muda, mas a essência propriamente dita permanece, porque essa nos faz o que
somos. Considerem que sem isso corro o risco de não ser coisa alguma, ou
melhor, corremos. Esse quiproquó (adoro essa palavra) será resolvido, o tempo acerta as contas e os ponteiros... bendito seja! O resto é entre mim e o
mundo.
Então, a indomada (eu) vai dar um tempo.
Vamos deixar assim... não posso ser mais clara, afinal isso daqui é público.
São só bundas-canastras nos meus pensamentos!
Felicidades!