quinta-feira, 24 de junho de 2010

Um parêntese sobre Bebel

Por que entre tantos e tantas escolhi Bebel, a pulguenta?
Ora, porque ela tem muito a ver comigo, e foi exatamente isso o que mais me atraiu, o fato de ter reconhecido logo de cara, e focinho, traços meus nela, especialmente o seu olhar de carente crônica, além da cara de fome, é claro. Tá, ela não é bonita, bonitona, eu também não sou. Mas e daí? E daí? Não se deve julgar pelas aparências, não foi assim que aprendemos? [rs]

Ela é bem desconfiada (cabreira), eu também sou. A primeira vista não é de dar muita confiança a estranhos, mas depois de conhecido o terreno, e os terráqueos, torna-se a mais fiel companhia que alguém pode desejar. Incrível como nossas almas se reconheceram... E há muito mistério em seu olhar. Apesar de quem viu a sua foto* não deve ter achado ela uma amor de formosura, mas, eis aí o grande engano, ao vivo e em cores ela tem um charme todo especial, um jeito fidalgo e elegante em seu andar. Um encanto só seu.

Bebel merece um lugar ao sol. Afinal, ele nasce para todos. É ou não é?

* De fato a foto não é de Bebel, mas foi a imagem mais próxima que encontrei dela, já que, por questões de privacidade, ela não se deixa fotografar. Essa é sua, talvez, única exigência. Perfeitamente compreensível!

E viva São João!!!

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