terça-feira, 20 de novembro de 2012

Descobertas, antes tarde do que nunca...

[imagem: Fabrício Moraes]

[relembrando...]
Descobri que as férias se foram e eu fiquei a ver navios e a banda passar... Mas (louvada conjunção), apesar de toda a desolação interior, está tudo bem, ou se encaminhando para ficar bem. Nada como um dia atrás do outro e com uma canção para reerguer os ossos da pasmaceira. Afinal, é mais fácil ficar amofinando e lamentando as oportunidades perdidas, a palavra mal dita, o filho que ainda não veio, a má sorte (se é que isso existe...), o leite que derramou e a roupa que já não mais me cabe (culpa das férias rs) a tentar se esforçar e mudar o cenário. E eu nunca suportei o mais fácil, porque sempre vai fácil também, ainda que o duradouro seja mais duro e mais difícil de alcançar, tem mais essência e permanência. Então, basta de lundum!

E entre todas as grandes ou pequenas descobertas a mais importante delas foi descobrir que os moinhos de fato são reais. Como eu os vejo é que fará a grande diferença nas adversidades. Porque eles jamais deixarão de existir. Jamais! É o curso natural da vida.

E como a vida não é só lundum... fui viver!!!