[foto: Mercado Público Albano Franco/SE, por Ailton de Freitas]
Ah, e devo dizer que essa farinha é especial, bem fininha, branquinha e com um sabor inigualável. O povo de casa adora. E pode até ser que aqui nesta cidade tenha uma igual, mas eu nunca me dei o trabalho de procurar, além do mais seria uma desfeita com o sergipano, porque para ele é uma espécie de orgulho dizer que é a melhor farinha do Brasil, e eu não iria desdizê-lo, ah, isso jamais! Sou 'gente-ruim', mas não sou uma ingrata desagradável. Apesar de não compactuar com essa ideia de a melhor, ou maior, do Brasil, ‘quizá’ do mundo. Não suporto essas megalomanias.
Bem, só sei que a danada da farinha chega em minhas mãos e para mim isso basta, sendo a melhor do mundo ou não.
Estou completamente viciada!

4 comentários:
gostei da foto. eheh
sabe que eu nao conheço essa tal farinha de mandioca? tenho q conhecer. é comprada nesse mercado mesmo?
Hahahaha, adorei o "gente-ruim" ...
Isso te torna singular,aliás, torna não! Te define.
Gosto do que você é.
Um beijão farinhoso, "gente-ruim".
Que pacotinho, Crisálida?! Ela não vem em pacotinho, não. É vendida no peso em mercados como esse da foto, penso eu. E já respondendo a pergunta de Ailton, não faço a menor ideia se é nesse daí. A foto é meramente ilustrativa.
E tem razão, gaúcho, o apelido "gente-ruim" me define total!
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