segunda-feira, 2 de maio de 2011

Era uma vez e não era uma vez

Era uma vez e não era uma vez
um labirinto
Um não, vários...
Vários em um só

Onde nada é o que parece ser
À primeira vista um mundo
Vários mundos em um só

E não era o que parecia ser
E não era uma vez
Mas, várias... em uma só

Era uma vez,
um labirinto
Um não, vários... em um só
Somente
E não era uma vez


2 comentários:

Lia Tomaz disse...

Linda poesia!
Um dom certamente!

Anônimo disse...

Oie Bbel,
gostei do soneto que em tudo se repete, sem repetir-se nunca. Bem do jeito que tu gosta, sem rotina, sem tédio.Onde tudo é um só, somente um labirinto onde tudo se transforma, acontece,e que nem sempre é o que parece,ou que alguma vez, se pareceria ...
Adorei!