sexta-feira, 7 de setembro de 2012

em Terapia contínua

[Salvador Dali: “A persistência da memória”]

Em julho deste ano havia [re]começado a fazer terapia. Antes de mais nada devo dizer que sou absurdamente a favor de tal prática. Entretanto (palavra que adoro!), não são todas as pessoas que se encaixam no exercício. Eu, por exemplo! Terapia não é para mim, ou melhor, já a faço há muito tempo, por isso não deu certo a ideia de fazer isso cara a cara com um profissional, e o que é pior, com tempo marcado. Mas que droga!
Passo a maior parte de meu dia sendo controlada pelo tempo, desde a hora em que acordo. Não é justo que na hora em que devo me tratar, a pessoa coloque um relógio virado para si e o olhe vez ou outra, com aquela olhada sutil e discreta, mas que estava dirigida ao objeto representante do tempo.
E o tempo só se esvaindo... tique taque
E eu imagino que ainda não terminei o que vim fazer aqui... [dessas coisas em que procrastinar é vantajoso, ganha-se tempinho a mais] Ou será que é ao contrário?!

Só tenho isso a dizer, por hoje.

Imagem: via Google

3 comentários:

author casulo-online disse...

Belzitia,
nao faco nem ideia como seja fazer terapia, porque nunca fiz, apesar de ser super a favor também, apenas nao pintou a oportunidade.

Acho para você ter sucesso na empreitada, vai ter que esquecer do tique taque do relógio, e principalmente daquela olhadinha básica do terapeuta para o relógio. Eu ia literalmente brochar também com isso, mas, talvez se eu trabalhasse na minha cabeca antes que assim tem que ser, nao ia nem ligar. Talvez, nao sei.

Em todo caso, nao pare, e vai contando a experiência por aqui...

cheiros, bom feriado aí!!!

Bruna kedman disse...

Isabel, e falando em terapia, quero falar com você sobre regressão!
Beeijos!

author casulo-online disse...

Terapia, regressao, o bicho tá pegando, isso mesmo, vai fundo, amiga!