sábado, 28 de abril de 2012

Não me assanhe!

Minha alma é um bolso onde guardo minhas memórias vivas. Memórias vivas são aquelas que continuam presentes no corpo. Uma vez lembradas, o corpo ri, chora, comove-se, dança…  [Adélia Prado]

Na mente, aqui dentro, uma janela entreaberta. Lá fora o vento continua ventando sem dar tréguas. Arrasta tudo o que vê pela frente e assanha o que estava dentro e, quem sabe, esquecido... Talvez.
Mas só faço um pedido, não me assanhe, vento!